A oferta de benefícios relacionados à fertilidade está em ascensão globalmente, um movimento que reforça a importância de políticas corporativas mais inclusivas e centradas no bem-estar.

De acordo com a International Foundation of Employee Benefit Plans (IFEBP), em 2024 42% dos empregadores americanos já ofereciam algum tipo de benefício voltado à fertilidade, um aumento de 30% em relação a 2020.

No Brasil, esse tema começa a ganhar espaço, à medida que empresas reconhecem o impacto positivo de programas mais amplos de apoio à fertilidade e planejamento familiar na atração e retenção de talentos.

Fertilidade como parte de uma política de bem-estar inclusiva

Para que esses benefícios não sejam vistos como uma forma de pressão para adiar a maternidade, o congelamento de óvulos deve ser apenas uma das opções dentro de um programa mais amplo de suporte à fertilidade.

É fundamental que as empresas ofereçam autonomia reprodutiva real, com iniciativas como:

  • Suporte a casais homoafetivos em processos de fertilização ou adoção;

  • Flexibilidade de carreira para mulheres que optam por ter filhos em diferentes momentos da vida profissional;

  • Licença parental estendida e retorno gradual ao trabalho, independentemente do gênero ou tipo de família.

Essas ações demonstram um compromisso genuíno com a diversidade, a equidade e a inclusão, além de fortalecer a imagem da empresa como um ambiente acolhedor e humano.

O cenário brasileiro: novas dinâmicas familiares

Dados do IBGE (2022) mostram que o número total de nascimentos no Brasil caiu 13% entre 2018 e 2022, enquanto cresceu o número de nascimentos entre mulheres com mais de 40 anos.

Essa tendência reflete uma mudança no comportamento social: mais pessoas estão adiando a maternidade e a paternidade para priorizar o desenvolvimento pessoal e profissional.
Nesse contexto, os benefícios de fertilidade corporativos tornam-se aliados importantes para equilibrar escolhas e oportunidades.

O que dizem as pesquisas

Uma pesquisa do IPEC em parceria com a Merck, realizada com 550 mulheres brasileiras, revelou que 41% das entrevistadas escolheriam empregos que oferecessem benefícios para tratamentos de fertilidade.
O estudo também indica que empresas com essas políticas têm maior capacidade de atrair talentos especialmente entre profissionais que já realizaram tratamentos de infertilidade ou preservação da fertilidade.

Por que investir em programas de fertilidade corporativa

Oferecer benefícios relacionados à fertilidade não é apenas um gesto de cuidado, mas uma estratégia de valorização de pessoas.
Empresas que adotam políticas inclusivas e empáticas demonstram que respeitam as diferentes jornadas de vida dos colaboradores e isso se traduz em maior engajamento, retenção e reputação positiva no mercado.

Nest Fertilidade: promovendo inclusão e bem-estar no ambiente corporativo

Na Nest Fertilidade, acreditamos que o apoio à fertilidade faz parte de uma nova era de benefícios corporativos, em que o cuidado e a inclusão caminham juntos.
Nosso propósito é ajudar empresas a implementarem programas de fertilidade e parentalidade que transformam vidas, fortalecem a cultura organizacional e reduzem custos.